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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Desemprego, crise e paz social.

Segundo a Conferência de Oslo, reunida hoje, somente um crescimento que absorva o desemprego permitirá virar a página da crise econômica, alertaram nesta segunda-feira os dirigentes de vários países e organizações reunidos em Oslo para analisar a forma de criar 440 milhões de empregos na próxima década.

"A crise não finalizará até que o desemprego não tenha retrocedido de forma significativa", declarou o diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, durante uma conferência internacional em Oslo sobre "Os desafios do crescimento, o emprego e a coesão social".

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), que co-organiza a conferência com o FMI, cerca de 210 milhões de pessoas estão desempregadas no mundo, e seria necessário criar 440 milhões de empregos adicionais na próxima década para absorver a chegada de novos jovens em idade de trabalhar.

Hoje se está discutindo a crise mundial. A dificuldade que o sistema financeiro internacional vem enfrentando com consequências desastrosas na maioria dos países em desenvolvimento ou menos favorecidos economicamente, para a geração de lucro e manutenção do poder aquisitivo, necessário, para consumir os produtos gerados.

Na realidade brasileira a solução para os problemas sociais motivados pela impossibilidade de atender á demanda de colocações trabalhistas, com carteira assinada, tem levado governos a optarem pelo imediatismo da Assistência Social, seja através de Cartões Cidadania ou até do fornecimento de Cestas Básicas.
Infelizmente esta não é a solução. Não é, nunca será como nunca foi. A solução está no cooperativismo, no aproveitamento de faculdades individuais para o empreendedorismo para uma geração de renda uniforme e sustentada.

Se quisermos vislumbrar um futuro de paz e uma sociedade autossustentável e medianamente feliz, isso só se dará pela via de Projetos Sociais, da iniciativa privada, pois sob todos os pontos de vista, esta se tem mostrado muito mais eficaz e competente que os programas imediatistas de nossos nobres Deputados e Governantes.

Não adianta incentivar consumo quando não se pode garantir a continuidade da renda e isso não nos é garantido por emprego com carteira assinada. O perigo está que ao se incentivar o consumo, não se ter a certeza da liquidez de seu pagamento.

Esta é a grande dúvida. Por isso apostamos em Projetos Sociais que possam fazer com que os indivíduos se conheçam e conheçam suas faculdades individuais e através disso possam gerar renda e estabilidade, com segurança e bem orientados.

Filipe de Sousa

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